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Posts tagged ‘jogo’

20
jan

Estréia

Game: Cut the RopeFala gurizada!

Faz tempo que não passo por aqui, mas, como sempre, foi por um (vários) bom motivo. Um deles é que passarei a colaborar no Deixa de Nerdice, publicando reviews de aplicativos/jogos para a plataforma da Apple (iPhone/iPod/iPad/Macs), o que fará com que sobre menos tempo (ainda) pro blog. O primeiro post que vocês encontrarão por lá é sobre um jogo viciante, o Cut the Rope.

Vou falar dos outros bons motivos quando sobrar tempo! Até lá, dá uma passada no Deixa de Nerdice e confere o jogo. Vale a pena!

Durante o ano pretendo retomar as atividades por aqui, escrever um pouco sobre desenvolvimento para iOS usando Unity e o SDK distribuído pela Apple, além de falar sobre o desenvolvimento para o novo Windows Phone 7.

Por hora era isso. Grande abraço!

11
jul

Jabulaaaaaaani

Fala galera, tô passando aqui pra divulgar o primeiro game desenvolvido pela Aquiris para iPhone/iPad: Jabulaaaaaaani!

Durante o campeonato mundial de futebol fomos testemunhas do comportamento bizarro da nova bola da Adidas: desvios na última hora, trajetórias aleatórias, chutes para as arquibancadas, dentre outros lances incomuns no futebol. Goleiros sofreram, atacantes sofreram e a emoção foi certamente maior para os torcedores que olhavam apavorados a bola decidir os jogos. Esse é o tema do game, a bola “selvagem” que fez parte do maior espetáculo do futebol mundial. Tente controlá-la e fazer mais gols que os artilheiros da copa.

Uma curiosidade, Jabulani é uma palavra no idioma isiZulu que significa “Celebrar”.

Alguns screenshots do game:

 

Curtiu o game? Pega ele na App Store.

30
jun

Respostas 04

Por que ainda não há no Brasil um parque sólido e forte e um reconhecimento grande dos games como em outros países, mesmo com o potencial mostrado pela indústria brasileira?

EducaçãoO primeiro e principal motivo é a falta de investimento na área. Sem dinheiro é complexo criar jogos legais e, consequentemente, é difícil vender tais jogos, o que leva a maioria das empresas de games brasileiras à falência prematuramente. As que sobrevivem são aquelas que encontram um nicho mercadológico e, pouco a pouco, passo a passo, conquistam seu espaço, sem dar passos maiores que as pernas, como é o caso da Aquiris Game Experience. Empresas que desenvolvem um foco em determinado setor do mercado dificilmente trocaram de foco para atender outras áreas mais tradicionais, principalmente pela concorrência que deverá ser enfrentada, principalmente com empresas antigas que já possuem muito mais experiência e reconhecimento mundialmente. Outro fator decisivo é o elevado nível de pirataria no país. O Brasil é, de longe, um dos países que mais comercializa jogos piratas, além de ser, também, um dos países que mais faz downloads ilegais de jogos. São números que não devem nos trazer orgulho, mas nos deixar tristes, pois fazem com que grandes empresas do setor deixem de investir aqui com medo de não obter retorno dos investimentos. O último ponto diz respeito à educação, ainda precária do Brasil. Este fator não afeta apenas a área de desenvolvimento de jogos, mas todas as áreas que exigem profissionais altamente qualificados. A falta de perspectivas profissionais também é decisiva se considerarmos que nossos melhores profissionais são abduzidos por multinacionais e empresas em outros países simplesmente porque tais empresas conseguem prometer uma carreira sólida e dar condições de vida e trabalho dignos aos seus funcionários. Ainda temos muito que crescer, mas estamos no caminho. No futuro não tenho dúvidas de que estaremos concorrendo igualitariamente com gigantes como a Nintendo ou a Sony.

Queria saber porque o Crysis é tão pesado e tem pouquíssimas fases.

Demonstração da PhysX

Demonstração da PhysX

O Crysis é um jogo que se enquadra numa categoria que costumo chamar de “Demos Técnicos”. São jogos desenvolvidos no intuito de demonstrar o poder de alguma tecnologia (normalmente uma placa de vídeo) ou, no caso específico do Crysis, o poder de uma ferramenta de desenvolvimento de jogos, como a Engine criada pela Crytek e utilizada na programação do Crysis (CryEngine). Além disso, o jogo apresenta um grande cuidado com a simulação física, objetivando demonstrar o poder da Engine de física da PhysX. Como o foco do jogo é demostrar tecnologias, houve um cuidado muito grande com a forma como estas seriam apresentadas, correção de bugs, etc. Isso é muito mais facilmente administrado em um projeto pequeno, ou seja, um jogo com poucas fases. Como o game fez sucesso, terá uma continuação que promete: os alienígenas estão começando a dominar o mundo e cabe à você derrotá-los.